Sim, os fotógrafos de natureza idolatram a hora mágica. E com certeza a luz mais gostosa e natural realmente existe só neste pequeno momento… mas isso não quer dizer que todos nós devemos, o tempo todo, fotografar somente na hora mágica!
Primeiramente porque isso é inviável – existe cerca de 1 hora de verdadeira hora mágica por dia. O que você vai fazer com as outras 23 horas? Domir? Nãããão… principalmente se você trabalha com fotografia existem momentos em que será necessário fotografar em pleno meio dia. E existem momentos que precisam ser fotografados, independente da hora. Não é viável ficar esperando a hora mágica pra tudo, sempre.
“Segundamente” porque não é nada criativo!
Detalhe: aqui se fala a respeito de paisagens. Quando a gente fotografa paisagens a hora mágica é realmente uma regra quase impossível de se quebrar. Além do que não dá para levar uma paisagem inteira para a sombra.Usando a luz do dia ao seu favor Para mim o interessante das horas não-mágicas é que dá para você ter bastante “controle”. Por exemplo: se você quer uma luz suave, você pode simplesmente ir para uma sombra ou criar uma sombra com um difusor ou rebatedor (dá pra fazer isso de objetos à pessoas). Se você quer uma luz mais dura é só ir pra debaixo do sol e se posicionar de forma a conseguir o efeito desejado. O próprio sol bem baixinho (antes de se pôr) pode nos dar uma luz super divertida! Usando contra-luz nos retratos Em momentos em que o sol está forte mas um pouco baixo (como agora no inverno e dependendo de onde você mora) sempre deixo meu/minha modelo de costas para o sol.
Ele que de antemão oferecia uma luz dura e feia para ser minha luz principal vira uma bela luz de contorno! O/a modelo fica na sombra e caso essa luz seja muito forte posso usar um rebatedor para retornar um pouco de luz suave ao rosto.
Fugindo do clichê: 5 dicas para você tirar fotos menos óbvias e mais originais.
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Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto.
Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixar sua foto mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.
- Retratos
Aproxime-se do objeto a ser fotografado. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.
- Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos.
Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.
- Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano. Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.
- Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash da câmara. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.
Preenchendo as sombras
Em fotos tiradas sob árvores e
outros locais sombreados, as sombras podem estragar uma foto mesmo em um dia claro. A solução: ligue o flash e deixe-o iluminar a cena.
Compensando a iluminação de fundo
A iluminação de fundo pode produzir fotos adoráveis, mas é preciso tomar cuidado para que o objeto não fique subexposto. As unidades de flash automático embutidas nas câmeras atuais facilitam colocar a quantidade de luz certa sobre o objeto.
Conheça o alcance do flash
Todos os flashes das câmeras têm um
alcance máximo, além do qual a luz diminui. Utilizando um filme de ISO 400 em uma câmera compacta, você contará com um alcance do flash de, aproximadamente, 4 metros.
Como manter a aparência dos olhos natural
Quando fotografados
com flash em iluminação insuficiente, nossos olhos tendem a refletir a luz através das pupilas dilatadas, causando os terríveis olhos vermelhos. Para prevenir isso, use o modo redução de olhos vermelhos de sua câmera. Alternativamente, peça à pessoa para olhar para uma fonte de luz brilhante antes de fotografar.
Quando fotografar na vertical, certifique-se de virar a sua câmera para que o flash fique na parte superior. Isto produz
uma luz mais natural e, também, garante que a data da foto seja impressa na parte inferior da fotografia.
Acostume-se a utilizar a grade na tela de sua câmera digital ao compor suas fotos. Diferente de colocar os elementos da foto
diretamente no centro, tente posicioná-los próximo aos pontos onde as linhas se cruzam, como ilustrado abaixo. Isto proporciona uma composição mais dinâmica do que simplesmente centralizar o objeto. Se sua câmera for equipada com foco automático, primeiro focalize o objeto no centro do quadro; em seguida, mantenha o botão do obturador (disparador) pressionado até a metade para travar o foco enquanto você recompõe a cena com o objeto levemente fora do centro.